A composite black and white photograph showing three figures
Aishá Lourenço, Ana Lira and Elton Panamy, Chama - Fluxo 9
Discussion

Part Two | Parte II

Turmalina & Chama
18:00–21:00 Sun 27 Mar

Live translation from Brazilian Portuguese into English

Live Captions in English

 
Hosted and introduced by Denise Ferreira da Silva & Camilla Rocha Campos
 
Presentations: Turmalina and Chama
Hospedado e apresentado por Denise Ferreira da Silva & Camilla Rocha Campos
 
Apresentações: Turmalina e Chama
Sunday 27th March, 2022Domingo, 27 de março de 2022

Vancouver 10:00 - 13:00 

São Paulo 14:00 - 17:00 

Glasgow 18:00 - 21:00

Vancouver 10:00 - 13:00 

São Paulo 14:00 - 17:00 

Glasgow 18:00 - 21:00

  

 

Coletivo Turmalina, from Porto Alegre, is a digital quilombo that works with artistic expressions in the visual and sound field proposed by the perspective of black populations. Understanding cultures with African roots as a tool to affirm the identity of a people, it highlights musicality as a mechanism of social resistance, as a response to the state violence, appropriation and erasure of a history. The main tool of this revolution is music, which, by uniting different forms of production and research, different technologies and narratives of black people, propagates the desire to move dominant structures and suggests the inversion of this creative pyramid. Turmalina also develops social articulations for the production of educational programs and uses public space as a key to access spheres of black culture that are interconnected through daily contact. 

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Coletivo Turmalina, de Porto Alegre, é um quilombo digital que trabalha com expressões artísticas no campo visual e sonoro propostas pela perspectiva das populações negras. Compreendendo as culturas de raízes africanas como instrumento de afirmação da identidade de um povo, destaca a musicalidade como mecanismo de resistência social, como resposta à violência estatal, apropriação e apagamento de uma história. A principal ferramenta dessa revolução é a música, que, ao unir diferentes formas de produção e pesquisa, diferentes tecnologias e narrativas das populações negras, propaga o desejo de mover estruturas dominantes e sugere a inversão dessa pirâmide criativa. Turmalina também desenvolve articulações sociais para a produção de programas educacionais e a utilização do espaço público como chave de acesso às esferas da cultura negra que se interligam pelo contato cotidiano. 

Instagram: @coletivoturmalina

Chama is an artistic collective experiment and new actions/editions are in progress. The objective is to open conversations about how diaspora poetics migrated to different parts of the world and forwarded their codes through the diverse creative expressions of the peoples who survived the slave trade. In the case of CHAMA, creative practices dialogue with everyday sensibilities, evoking ties with places of creation, strengthening and feedback of languages that use sensoriality, perception, the body, orality, and narratives as ways, without forcing colonial processes of translation. Thus, poetry and music - in their various forms of expression throughout the diaspora - find their way to sound systems, DJs, experimental/community radios, soirees, groups, celebrations, and festivities, producing, each migration, new sensory fields for the bodies. Experiences in different languages and languages, which challenge the strategies to implement a universal standard, and propose increasingly complex answers to our existences. 

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Chama é uma experiência artística coletiva e novas ações / edições estão em andamento. O objetivo é abrir conversas sobre como as poéticas da diáspora migraram para diferentes partes do mundo e encaminharam seus códigos por meio das diversas expressões criativas dos povos que sobreviveram ao tráfico escravagista. No caso de CHAMA, as práticas criativas dialogam com as sensibilidades do cotidiano, evocando vínculos com lugares de criação, fortalecimento e retroalimentação de linguagens que usam a sensorialidade, a percepção, o corpo, a oralidade e as narrativas como caminhos, sem forçar processos coloniais de tradução. Assim, a poesia e a música - nas suas várias formas de expressão ao longo da diáspora - encontram o seu caminho para as aparelhagens, DJs, rádios experimentais / comunitárias, saraus, grupos, festas e festividades, produzindo, a cada migração, novos campos sensoriais para os corpos. Experiências em diferentes línguas e linguagens, que desafiam as estratégias de implementação de um padrão universal, e propõem respostas cada vez mais complexas às nossas existências

 

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