A black pen line drawing of all the members of the Carni Collective
Carni Members - drawing by Ariana Nuala and Iagor Peres
Discussion

Part One | Parte I

Periferia Segue Sangrando | Periphery Keeps Bleeding & Carni - Coletivo de Arte Negra e Indígena | Black and Indigenous Art Collective
17:00–20:00 Sat 26 Mar

Live translation Brazilian Portugese to English

Live captions in English

 
Hosted and introduced by Denise Ferreira da Silva & Ana Lira
 
Hospedado e apresentado por Denise Ferreira da Silva & Ana Lira
 
ApresentaçõesPeriferia Segue Sangrando e Carni - Coletivo de Arte Negra e Indígena

Saturday 26th of March, 2022 

Sábado, 26 de março de 2022 

Vancouver 10:00 - 13:00 

São Paulo 14:00 - 17:00 

Glasgow 17:00 - 20:00

Vancouver 10:00 - 13:00 

São Paulo 14:00 - 17:00 

Glasgow 17:00 - 20:00

  

 

 

Periferia Segue Sangrando (Periphery Keeps Bleeding) is it an action, a collective? It is a network of women who live, produce, act and think about the territory and our experiences as peripheral women. It was born in 2015 as a gathering of women in the south of São Paulo and has become a safe space to experience deep connections in which speech, listening and action permeate daily struggles, shared pains, the power of creation, the arts, affections and belonging among us. Periferia Segue Sangrando is the finger in the wound, the confrontation, the war, it is the demarcation of our voice and body in the streets, in the neighbourhood, in the world. It is above all a connection of affection, an encounter in which women are strengthened in the present and produce futures for themselves and their surroundings, a deviation from the shooting line, a breath to follow and not give up. 

 

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Periferia Segue Sangrando é uma ação, uma coletiva? É uma rede de mulheres que vivem, produzem, agem e pensam o território e as nossas vivências como mulheres periféricas. Nasceu em 2015 como um encontro de mulheres na zona sul de São Paulo e se tornou um espaço seguro para vivenciar conexões profundas em que a fala, a escuta e a ação permeiam as lutas cotidianas, as dores compartilhadas, o poder da criação, as artes, os afetos e pertencer entre nós. Periferia Segue Sangrando é o dedo na ferida, o confronto, a guerra, é a demarcação da nossa voz e do nosso corpo nas ruas, no bairro, no mundo. É antes de tudo uma conexão de afeto, um encontro em que as mulheres se fortalecem no presente e produzem futuros para si e para o seu entorno, um desvio da linha de tiro, um fôlego para seguir e não desistir. 

 

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Carni - Coletivo de Arte Negra e Indígena(Black and Indigenous Art Collective)

Created in Pernambuco in 2016, CARNI is a group of free artists, communicators, producers, and researchers who met in Recife and the Metropolitan Region to develop spaces for fruition, dissemination, and articulation of dissident imaginaries. CARNI recreates old spaces and prospects for new places for cultural agents who find barriers to the flow of their productions. We understand the need to show spaces and thoughts that reflect the construction of autonomy of these diasporic bodies in the face of adversities placed historically and even today reinforced by the state and private means. Since its foundation, CARNI has encouraged the intersection of artistic languages, both through events and in work proposals, always bringing practices with anti-racist slants. In 2016, CARNI held the 1st Meeting of Black Arts of Pernambuco (EANPE), a forum aimed at opening discussion and reflections on black art in the state. Over the last 3 years, the integrated arts festival Palco Preto has followed the paths indicated by EANPE and articulates real alternatives for development for the people and for the country's black culture through art. Individually and in groups, the members of the black art collective CARNE work in various artistic segments - dance, visual arts, music, audiovisual, etc - and in various fields of knowledge, such as public management, communication and education. The different expertise are used in favour of democratising the access of black artists and producers to cultural goods and, above all, creative and financial autonomy. 

 

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Carni - Coletivo de Arte Negra e Indígena

Criado em Pernambuco em 2016, o CARNI é um grupo de artistas, comunicadores, produtores e pesquisadores livres que se reuniram em Recife e nas cidades da região metropolitana e agreste para desenvolver espaços de fruição, divulgação e articulação de imaginários dissidentes. CARNI recria antigos espaços e perspectivas de novos lugares para agentes culturais que encontram barreiras ao escoamento de suas produções. Entendemos a necessidade de mostrar espaços e pensamentos que reflitam a construção da autonomia desses corpos diaspóricos diante de adversidades colocadas historicamente e ainda hoje reforçadas pelos meios estatais e privados. Desde a sua fundação, o CARNI tem incentivado a intersecção de linguagens artísticas, tanto por meio de eventos quanto em propostas de trabalho, sempre trazendo práticas com viés anti-racista. Em 2016, o CARNI realizou o I Encontro de Artes Negras de Pernambuco (EANPE), fórum que visa abrir discussões e reflexões sobre a arte negra no estado. Nos últimos 3 anos, o festival integrado de artes Palco Preto segue os caminhos indicados pela EANPE e articula alternativas reais de desenvolvimento para o povo e para a cultura negra do país por meio da arte. Individualmente e em grupos, os integrantes do coletivo de arte negra e indígena CARNI atuam em diversos segmentos artísticos - dança, artes visuais, música, audiovisual etc. - e em diversas áreas do conhecimento, como gestão pública, comunicação e educação. As diferentes competências são utilizadas em prol da democratização do acesso dos artistas e produtores negros aos bens culturais e, sobretudo, da autonomia criativa e financeira. 

 

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